
Durante o período de vida reprodutiva da mulher, o pólipo uterino pode levar a um aumento do sangramento vaginal ou cólicas abdominais.
Na grande maioria são benignos, porém podem apresentar uma taxa de malignização que varia entre 0,5 a 3,2%.
O diagnóstico de pólipo uterino pode ser feito por meio da realização do ultrassom transvaginal ou abdominal evidenciando espessamento endometrial ou projeção intrauterina hiperecogênica. A histeroscopia diagnóstica também identifica facilmente a lesão sob visualização direta e permite a biópsia dirigida da mesma.
Atualmente o tratamento baseia-se na idade, no desejo de engravidar e na sintomatologia da paciente. Caso a paciente apresente sintomas (aumento do fluxo menstrual ou cólicas abdominais) e seja portadora de pólipo uterino, a conduta é cirúrgica. Caso a paciente não apresente sintomas, deve-se investigar a idade da mesma e o desejo de engravidar.
