
O desejo de ser mãe de uma mulher não está vinculado ao tipo de relacionamento que ela vive, seja hétero ou homoafetivo.
Hoje se um casal de mulheres decide por ter filhos há vários caminhos, que vão desde uma fertilização até uma adoção.
Porém ainda são muitos os preconceitos e invasão de privacidade que as família homoafetivas encontram nessa trajetória!
Um desses preconceitos vem com a “preocupação” com a paternidade. Quem é o doador? O que vocês irão dizer quando seu filho perguntar sobre o pai? Essas perguntas são o reflexo de uma sociedade para quem a concepção de família ainda está ligada às figuras do pai, mãe e filhos, concepção essa que precisa ser revista e modificada, já que cada vez mais cresce os tipos de configurações familiares!
Na grande maioria o casal também precisa lidar com a invisibilidade e invalidação da maternidade da mãe não gestante, que muitas vezes é excluída, pela sociedade, da maternidade ou puerpério, como se fosse mãe somente a que gesta. Gestando ou não, ambas são mães!!!
A maternidade homoafetiva, segundo os casais, tem uma parceria mais igualitária. Além da amamentação compartilhada, o puerpério e as tarefas na criação de filhos também são divididos.
É uma escolha de muito amor, dividir os desafios e alegrias da criação dos filhos ao lado de uma parceira. 🌈❤️
